sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

2001-- Stanley no espaço

O que faz do ser humano mais responsável que
um inseto??






Nunca vi esse filme inteiro, não é porque não gosto do diretor ou do enquadramento ou da música de fundo ou do cenário, esse filme é realmente inacreditável. Stanley é um bruxo. Só pode. Tudo que tocava virava ouro, não o ouro que reluz e enriquece, é o ouro que encanta.
Toda vez que assistia a uma sequência deste filme, ficava em suspensão: saia, fazia arte, fazia filhos, fazia comida, batia um papo e aquilo ficava aqui dentro latenjando. Naquela cena em que aparece três personagens conversando numa base em marte ou na lua, me lembro de olhar a cena e perceber que não havia janelas. me sentia sufocada, não havia mais ar pra que eu pudesse respirar, não havia paisagem pra que eu pudesse admirar. Constrangida, fugia.
Aquele monolito, um enigma em nossas vidas. Quantas pedras daquele tamanho não aparecem em meu caminho? Não sei como resolver, não sei pra que serve, mas está tampando o meu sol.
O osso.
A violência.
Que mania que o Stanley tem em insistir na violência animal: cultivada, civilizada e ocidentalizada. Muito americana pro meu gosto.
A cena final.
Meu choque.
até hoje não recuperei.
Já fazem anos que não volto a assistir este filme. Fico arrepiada só de imaginar o que vou encontrar. Um computador.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

recomeço

talvez a poesia tenha chegado em formato cinemascope.

O momento pede um novo nome ao livro.
e daqui vem a força do nada para lugar algum.